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	<title>metamorfases</title>
	<link>http://metamorfases.blogsome.com</link>
	<description></description>
	<pubDate>Sat, 03 Nov 2007 03:22:18 +0000</pubDate>
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		<item>
		<title>historietas orgânicas III</title>
		<link>http://metamorfases.blogsome.com/2006/05/06/historietas-organicas-iii/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 May 2006 03:23:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fgs</dc:creator>
		
	<category>historietas orgânicas</category>
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		<description><![CDATA[	21
As pálpebras bem abertas confirmavam que os olhos se fecharam para sempre.
	22
A droga era tão boa que o rim apanhou a pedra da sua vida.
	23
Os dedos eram os melhores amigos do nariz, mas só quando ninguém olhava.
	24
«Não há cu que me aguente», apregoava o pénis todo inchado.
	25
O tecido epitelial apareceu ornamentado com padrões geométricos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><strong>21</strong><br />
As pálpebras bem abertas confirmavam que os olhos se fecharam para sempre.</p>
	<p><strong>22</strong><br />
A droga era tão boa que o rim apanhou a pedra da sua vida.</p>
	<p><strong>23</strong><br />
Os dedos eram os melhores amigos do nariz, mas só quando ninguém olhava.</p>
	<p><strong>24</strong><br />
«<em>Não há cu que me aguente</em>», apregoava o pénis todo inchado.</p>
	<p><strong>25</strong><br />
O tecido epitelial apareceu ornamentado com padrões geométricos de borbulhas.</p>
	<p><strong>26</strong><br />
As costas descobriram à sua custa que depois das palmadinhas vinham as facadas.</p>
	<p><strong>27</strong><br />
O pénis gabava-se de conhecer centenas de bocas. «<em>É muita garganta</em>», comentou a mão. </p>
	<p><strong>28</strong><br />
Ex-músico do famoso Duodeno, o estômago integra agora a popular Banda Gástrica.</p>
	<p><strong>29</strong><br />
Um grito a plenos pulmões morreu estrangulado na garganta.</p>
	<p><strong>30</strong><br />
A bexiga, farta da urina, mandou-a para o caralho.</p>
	<p><font size="-3">(<a href="http://metamorfases.blogsome.com/go.php?http://metamorfases.blogsome.com/historietas-organicas/" target="ref">ver todas</a>)</font>
</p>
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	</item>
		<item>
		<title>conversa no msn</title>
		<link>http://metamorfases.blogsome.com/2006/05/06/conversa-no-msn/</link>
		<comments>http://metamorfases.blogsome.com/2006/05/06/conversa-no-msn/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 06 May 2006 03:02:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fgs</dc:creator>
		
	<category>diálogos (im)prováveis</category>
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		<description><![CDATA[	– foda-se, tá-me mesmo a apetecer fumar. ó pá, tens aí um cigarro?
– sim
– passa aí
– toma&#8230; tens lume?
– tenho, obrigado. olha, chegou o luís
– já vi. vou adicioná-lo à conversa
– vou buscar mais uma cerveja. também querem?
– sim
– claro
– à nossa
– à nossa
– se quiserem posso abrir uma garrafa de vinho. tenho ali um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><font color="#008800">– foda-se, tá-me mesmo a apetecer fumar. ó pá, tens aí um cigarro?</font><br />
<font color="#000088">– sim</font><br />
<font color="#008800">– passa aí</font><br />
<font color="#000088">– toma&#8230; tens lume?</font><br />
<font color="#008800">– tenho, obrigado. olha, chegou o luís</font><br />
<font color="#000088">– já vi. vou adicioná-lo à conversa</font><br />
<font color="#008800">– vou buscar mais uma cerveja. também querem?</font><br />
<font color="#000088">– sim</font><br />
<font color="#880000">– claro</font><br />
<font color="#008800">– à nossa</font><br />
<font color="#880000">– à nossa</font><br />
<font color="#008800">– se quiserem posso abrir uma garrafa de vinho. tenho ali um esporão branco no frigorífico que está uma maravilha<br />
</font><font color="#880000">– isso era bom. vou ali buscar uns carapaus fritos</font><br />
<font color="#008800">– ok. vamos a isso</font>
</p>
]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>à beira-rio</title>
		<link>http://metamorfases.blogsome.com/2006/05/06/a-beira-rio/</link>
		<comments>http://metamorfases.blogsome.com/2006/05/06/a-beira-rio/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 06 May 2006 02:28:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fgs</dc:creator>
		
	<category>olha-me este armado em poeta</category>
	<category>sonetices</category>
		<guid>http://metamorfases.blogsome.com/2006/05/06/a-beira-rio/</guid>
		<description><![CDATA[	Um rio acordou a madrugada
que no meu peito andava há muito presa,
e num caudal de assombro e de braveza
arrebatou-me a alma enlameada.
	Um rio transbordou a barricada
que me tornava forte na fraqueza,
desorientou as leis da Natureza
e eu deixei de ser água parada.
	Agrilhoei-me à força dessas águas
que souberam lavar-me antigas mágoas
e acalentar-me enfim o corpo frio&#8230;
	Mas é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Um rio acordou a madrugada<br />
que no meu peito andava há muito presa,<br />
e num caudal de assombro e de braveza<br />
arrebatou-me a alma enlameada.</p>
	<p>Um rio transbordou a barricada<br />
que me tornava forte na fraqueza,<br />
desorientou as leis da Natureza<br />
e eu deixei de ser água parada.</p>
	<p>Agrilhoei-me à força dessas águas<br />
que souberam lavar-me antigas mágoas<br />
e acalentar-me enfim o corpo frio&#8230;</p>
	<p>Mas é nessa corrente que me solto.<br />
Sou, desde que te bebo, mar revolto,<br />
e tu, que me sacias, o meu rio.</p>
	<p><font size="-3">26 de Outubro de 2004</font>
</p>
]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>interrogação afirmativa</title>
		<link>http://metamorfases.blogsome.com/2006/05/06/interrogacao-afirmativa/</link>
		<comments>http://metamorfases.blogsome.com/2006/05/06/interrogacao-afirmativa/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 06 May 2006 02:26:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fgs</dc:creator>
		
	<category>diálogos (im)prováveis</category>
		<guid>http://metamorfases.blogsome.com/2006/05/06/interrogacao-afirmativa/</guid>
		<description><![CDATA[	– Hoje já disse que te amo?
– Agora já.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>– Hoje já disse que te amo?<br />
– Agora já.
</p>
]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>modernices</title>
		<link>http://metamorfases.blogsome.com/2006/04/28/modernices/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Apr 2006 00:17:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fgs</dc:creator>
		
	<category>canto do microconto</category>
		<guid>http://metamorfases.blogsome.com/2006/04/28/modernices/</guid>
		<description><![CDATA[	Era especialista em duas coisas: sexo online e teclar com uma só mão.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Era especialista em duas coisas: sexo <em>online</em> e teclar com uma só mão.
</p>
]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>sete vidas</title>
		<link>http://metamorfases.blogsome.com/2006/04/28/sete-vidas/</link>
		<comments>http://metamorfases.blogsome.com/2006/04/28/sete-vidas/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Apr 2006 00:12:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fgs</dc:creator>
		
	<category>canto do microconto</category>
		<guid>http://metamorfases.blogsome.com/2006/04/28/sete-vidas/</guid>
		<description><![CDATA[	À oitava tentativa de suicídio, o gato duvidou da sabedoria popular.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>À oitava tentativa de suicídio, o gato duvidou da sabedoria popular.
</p>
]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>contas de cabeça</title>
		<link>http://metamorfases.blogsome.com/2006/04/28/contas-de-cabeca/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Apr 2006 00:08:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fgs</dc:creator>
		
	<category>de lírios</category>
		<guid>http://metamorfases.blogsome.com/2006/04/28/contas-de-cabeca/</guid>
		<description><![CDATA[	No Google há  5.200.000 respostas para olho e 10.100.000 para olhos. O Google conhecerá 300.000 zarolhos ou terá 150.000 referências a outro tipo de olho?

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>No Google há  5.200.000 respostas para <a href="http://metamorfases.blogsome.com/go.php?http://www.google.com/search?hl=pt-BR&#038;c2coff=1&#038;rls=GGLG%2CGGLG%3A2005-37%2CGGLG%3Apt-BR&#038;q=olho&#038;btnG=Pesquisar&#038;lr=" target="ref">olho</a> e 10.100.000 para <a href="http://metamorfases.blogsome.com/go.php?http://www.google.com/search?hl=pt-BR&#038;c2coff=1&#038;rls=GGLG%2CGGLG%3A2005-37%2CGGLG%3Apt-BR&#038;q=olhos&#038;btnG=Pesquisar&#038;lr=" target="ref">olhos</a>. O Google conhecerá 300.000 zarolhos ou terá 150.000 referências a outro tipo de olho?
</p>
]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>confie no alvo e acerte no tony</title>
		<link>http://metamorfases.blogsome.com/2006/04/27/confie-no-alvo-e-acerte-no-tony/</link>
		<comments>http://metamorfases.blogsome.com/2006/04/27/confie-no-alvo-e-acerte-no-tony/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Apr 2006 23:11:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fgs</dc:creator>
		
	<category>cromos procurando caderneta</category>
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		<description><![CDATA[	
A minha caixa de correio tradicional decidiu mostrar à electrónica que também recebe imagens&#8230; invulgares, digamos assim.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><img src='/images/tony.png'/><br />
A minha caixa de correio tradicional decidiu mostrar à electrónica que também recebe imagens&#8230; invulgares, digamos assim.</p>
]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>desabafo</title>
		<link>http://metamorfases.blogsome.com/2006/04/25/desabafo/</link>
		<comments>http://metamorfases.blogsome.com/2006/04/25/desabafo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Apr 2006 13:50:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fgs</dc:creator>
		
	<category>que é que isto interessa?</category>
		<guid>http://metamorfases.blogsome.com/2006/04/25/desabafo/</guid>
		<description><![CDATA[	Hoje, durante a madrugada, a RTP1 transmitiu um programa com canções de intervenção, que vi aos bochechos, integrado nas comemorações do 25 de Abril. Neste programa que, para já, passou a horas impróprias, descobri que &#8220;A formiga no carreiro&#8221; é uma canção da autoria de José Mário Branco (música e letra) e que &#8220;Mudam-se os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Hoje, durante a madrugada, a RTP1 transmitiu um programa com canções de intervenção, que vi aos bochechos, integrado nas comemorações do 25 de Abril. Neste programa que, para já, passou a horas impróprias, <em>descobri</em> que &#8220;A formiga no carreiro&#8221; é uma canção da autoria de José Mário Branco (música e letra) e que &#8220;Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades&#8221; é um poema de Sérgio Godinho.<br />
Se há coisa que me irrita é a constante falta de referência aos autores das canções que passam na televisão. A legenda limita-se ao título do tema e ao nome do cantor e, às vezes, pasme-se, à editora. Os autores são quase sempre esquecidos. Pois quando parece que a lacuna é corrigida, eis que demonstram um amadorismo e uma incompetência gritantes. E isto num programa em que participou, como intérprete, o presidente da Sociedade Portuguesas de Autores.
</p>
]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>da omnipotência</title>
		<link>http://metamorfases.blogsome.com/2006/04/24/da-omnipotencia/</link>
		<comments>http://metamorfases.blogsome.com/2006/04/24/da-omnipotencia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2006 00:22:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fgs</dc:creator>
		
	<category>canto do microconto</category>
		<guid>http://metamorfases.blogsome.com/2006/04/24/da-omnipotencia/</guid>
		<description><![CDATA[	Deus, chorando desalmadamente, confessou que já não aguenta o peso do seu próprio nome.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Deus, chorando desalmadamente, confessou que já não aguenta o peso do seu próprio nome.
</p>
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